Sete dos oitos deputados do RN votam para partidos continuarem recebendo doações de empresas.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta semana o texto da chamada reforma eleitoral e, entre os temas polêmicos, aprovados estão as doações de empresas que poderão ser feitas para os partidos, e não diretamente para os candidatos como acontece hoje, com o teto de R$ 20 milhões.
Esse texto foi o mesmo aprovado originalmente pela Câmara, mas que sofreu alterações no Senado Federal, que apresentou uma proposta de acabar com o financiamento privado em qualquer de suas formas.

Na primeira votação, antes de remeter o projeto ao Senado, todos os deputados da bancada federal do Rio Grande do Norte havia aprovado as doações para partidos. Mas, nessa segunda votação provocada por haver alterações por parte do Senado no texto original, apenas Rafael Motta mudou de opinião.

Todos os deputados entenderam que acabar com as doações diretamente para os candidatos já dificultaria casos de corrupção e que mantendo-as para os partidos, fortaleceria o processo democrático. Rafael Foi além e criticou o fato da reforma política não ter sido a esperada pela população.

Votaram por acabar com as doações de empresas diretamente para os candidatos, mas permitindo para os partidos, os deputados: Antônio Jácome, Beto Rosado, Fábio Faria, Felipe Maia, Rogério Marinho, Walter Alves e Zenaide Maia.

 

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